http://br.youtube.com/watch?v=7IcCDZWIY70
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
tecnologia para o dia-a-dia
http://br.youtube.com/watch?v=7IcCDZWIY70
mercado de trabalho
http://br.youtube.com/watch?v=Bh7xiiN4R3g
sites interessantes
• O acesso à sala de informática não deve ter obstáculos e a mesa do computador deve permitir o encaixe da cadeira de rodas. É importante assegurar uma boa visualização (altura e distância do equipamento) e manipulação adequada e confortável do teclado e mouse;
• É possível fazer adaptações que ajudem o uso de mouses e teclados de acordo com a possibilidade de movimentação de membros superiores do aluno. Às vezes, uma haste presa na cabeça ou na boca pode ajudar;
• Existem programas de computador que facilitam seu uso pelo aluno com deficiência. Alguns deles lêem em voz alta tudo o que está escrito na tela, outros facilitam o uso do teclado e do mouse. Estes softwares são utilizados para o acesso aos programas básicos como Word, Excel, Internet e outros. Vários desses programas são gratuitos;
• Softwares educativos ou pedagógicos facilitam o aprendizado do aluno e são bastante utilizados hoje em dia. Abaixo, indicamos alguns sites que esclarecem sua forma de utilização. A partir deles, você poderá encontrar muitos outros. Vale a pena você conferir estes sites e aprender sobre os softwares educativos.
http://www.educarede.org.br
•Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp:
• Programa Braille Virtual. Curso on-line gratuito para ensinar o sistema Braille a pessoas que vêem. Destina-se a crianças, pais, professores e funcionários de Escolas Inclusivas:
http://www.braillevirtual.fe.usp.br/
• Programa “Informática na Educação Especial” do Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiências (CRPD). O Programa é unidade das Obras Sociais Irmã Dulce, que visa promover o desenvolvimento das potencialidades cognitivas de alunos com necessidades educacionais especiais, entendidos como sujeitos do seu processo de aprendizagem e construção de seus conhecimentos, através da utilização de recursos de um ambiente computacional e telemático:
• Entre Amigos – Textos sobre Tecnologia Assistiva disponíveis para download gratuito compactados em formato WinZip:
http://www.entreamigos.com.br/textos/tecassi/tecassis.htm
• Edutecnet – Rede de Educação e Tecnologia. A Rede Edutec.Net é um espaço virtual voltado para a aprendizagem colaborativa, através da Internet, na área da Educação. Nesse espaço, pessoas interessadas em Educação (EDU) através da Tecnologia (TEC) formam uma Rede (NET):
http://www.edutecnet.com.br
• Associação Brasileira de Tecnologia Educacional. Essa Associação tem como objetivos contemplar ação, reflexão, análise, pesquisa e informação sobre a relação existente entre Tecnologia e Educação:
http://www.abt-br.org.br/
• Núcleo de Informática na Educação Especial. O NIEE está ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Há 13 anos desenvolve experiências; pesquisas; softwares e trabalha com a formação de recursos humanos na área de Informática na Educação Geral e Especial:
http://www.niee.ufrgs.br/software/software.html#item1
FONTE: http://www.igpeabirus.com.br/redes/form/comunidade?id=1043
quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Animação da tradução em LIBRAS, utilizando o tradutor automatizado
II SURDEZ EM FOCO
O seminário foi realizado no dia 3/10/2008, das 14 às 17hs, na FE 5. Teve como objetivo capacitar alunos da graduação e da pós-graduação de diferentes Faculdades e Institutos da UnB, bem como professores da rede pública de ensino do Distrito Federal que trabalhem com alunos surdos incluídos. Oportunizar o debate entre profissionais pesquisadores das áreas de Educação, Letras e Psicologia sobre os temas em pauta: interpretação, identidade e criação de novos sinais para dar conta de ampliar o léxico dos surdos que avançam em seus níveis de escolarização. A coordenadora do evento, Celeste Azulay Kelman, é doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento.
O seminário foi constituído por três palestras. A primeira, que particularmente me interessou por ser da área de lingüística, tratou sobre a criação de novas palavras (neologismo) na língua de sinais, assim como os ouvintes também criam ou importam de outra língua. Inicialmente, a palestrante nos fez pensar sobre uma questão interessante: a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) deveria se chamar LSB (Língua de Sinais Brasileira). A Língua de Sinais não é somente brasileira, mas sim universal, com algumas adaptações dependendo do país ou da região, e por isso seria preciso apenas distinguir a “nacionalidade” da língua, como Língua de Sinais Brasileira, Língua de Sinais Americana, etc.
Voltando à questão dos neologismos, a palestrante explicou como se dá o desenvolvimento de novos sinais para expressar palavras ou conceitos que ainda não eram conhecidos pelos surdos. É uma questão muito interessante, que depende do contexto, da interpretação e da trajetória de cada surdo ou de um grupo deles.
A segunda palestra tratou sobre a questão da profissão do intérprete da Língua de Sinais. A experiência relatada dá conta da complexidade em que se constitui a interação surdo-ouvinte, especialmente quando a proximidade acontece sem que ambos compartilhem de uma ferramenta de linguagem comum. Através das dificuldades que se apresentam no dia-a-dia de um estudante surdo se percebe a importância do intérprete da Língua de Sinais. Assim, é necessário que o surdo tenha acesso a um intérprete em LIBRAS - Português, assim como o cego tem acesso a um ledor, para que tenham oportunidades que pareciam impossíveis, como ingressar em uma faculdade. Há surdos na Universidade, mas ainda são escassos os relatos de experiências nesse âmbito.
A última palestra foi brilhantemente apresentada por uma estudante de graduação surda. Essa palestra foi muito especial, também porque eu nunca havia assistido uma apresentação ministrada em língua de sinais. Claro, havia o intérprete, que traduzia para a oralidade o que estava sendo transmitido. Mas naquela garota pudemos ver que todos são capazes de buscar o conhecimento e a formação, bastando apenas auxílio de tecnologias e de pessoas capacitadas no que ela eventualmente precisar. Foi um exemplo motivador, para que nós, futuros educadores, possamos auxiliar pessoas tão especiais como ela.
projeto TLIBRAS
Esse projeto está focado na construção de um tradutor automatizado de Português x LIBRAS, que possa ser utilizado em sala de aula, pela televisão (concomitante ou em substituição aos textos legendados), em vídeos, pela internet, na construção de livros visuais, traduzindo informações em português de origem textual ou sonora para LIBRAS, por meio de sinais animados e apresentados via computador.

Equipe de Computação Gráfica
Formada por analistas de sistemas e engenheiros de computação gráfica especializados em jogos e programação de animações gráficas, da organização Acessibilidade Brasil.
http://www.acessobrasil.org.br/index.php?itemid=39
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Recursos e Serviços
Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover Vida Independente e Inclusão.
É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).
A Tecnologia Assistiva se compõe de Recursos e Serviços. Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob-medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os Serviços, são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.
OBJETIVOS DA TECNOLOGIA ASSISTIVA
Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade.
CATEGORIAS DE TECNOLOGIA ASSISTIVA
1. Auxílios para a vida diária
Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc.
2. CAA (CSA) Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativaRecursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim.
3. Recursos de acessibilidade ao computador
Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador.
4. Sistemas de controle de ambienteSistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores.
5. Projetos arquitetônicos para acessibilidadeAdaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com deficiência.
6. Órteses e prótesesTroca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos.
7. Adequação PosturalAdaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros.
8. Auxílios de mobilidadeCadeiras de rodas manuais e motorizadas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal.
9. Auxílios para cegos ou com visão sub-normalAuxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc.
10. Auxílios para surdos ou com déficit auditivoAuxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado, sistemas com alerta tátil-visual, entre outros.
Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal.
Tecnologia assistiva

Recursos a serviço dos deficientes visuais e auditivos
Linguagem de sinais, textos falados ou avisos sonoros. Estes são alguns detalhes que auxiliam a vida de muitas pessoas. Principalmente a dos portadores de necessidades especiais, quando precisam lidar com computadores. Todos os recursos que contribuem para proporcionar vida independente aos deficientes são denominados tecnologias assistivas.
Na internet, há sites que possuem versões para deficientes, como o www.amazon.com/access, uma adaptação da livraria virtual para deficientes visuais. O www.dicionariolibras.com.br é outro exemplo. Nele os deficientes auditivos, especialmente as crianças, podem aprender a linguagem de sinais, denominada Libras. O criador do site, Augusto Marques, explica que desenvolveu o dicionário após muito estudo e cuidadosa revisão das imagens."Meu avô era surdo e minha mãe tinha uma pequena surdez. Um dia, navegando pela internet, encontrei um site para deficientes auditivos. Foi o suficiente para as idéias fluírem" conta Augusto. Ele também criou programas didáticos para surdos e um dicionário eletrônico em CD. Augusto afirma que, atualmente, tenta disponibilizar o dicionário para as pessoas carentes.
http://www.jfservice.com.br/informatica/arquivo/tecnologias/2002/05/10-deficiente/
ajudas tecnológicas
Softwares e aparelhos eletrônicos ajudam pessoas com algum tipo de deficiência a levarem uma vida normal e produtiva
Não é de hoje que a tecnologia está a serviço do deficiente - vide a bengala ou o aparelho de surdez. Tecnologias? Sim, de tempos atrás, que tiveram a função de inserir o indivíduo com deficiência na sociedade. Hoje, soluções hi-tech, que podem ser uma tela que lê um site para um cego ou um programa de comando de voz que permite a um tetraplégico escrever um texto no Word, cumprem exatamente o papel que um dia a cadeira de rodas teve. Muito mais do que proporcionar a inclusão digital, essas ferramentas fazem a inclusão social.
Falar de inclusão - digital ou social - para essas pessoas especiais não é fácil, pois em geral elas têm em sua história todo um passado de exclusão. É a calçada que não é adequada, a vaga reservada no estacionamento que não é respeitada, a escola que não tem profissionais treinados e estabelecimentos que não têm rampas ou elevadores especiais para cadeirantes.
Um dos maiores problemas é o alto custo de equipamentos e soluções tecnológicas importantes aos deficientes. Tudo 'culpa' da tecnologia de ponta, mas há opções gratuitas, alguns programas que podem ser usados para possibilitar a inclusão.
Deficientes no Brasil
* 24, 5 milhões de brasileiros possui alguma deficiência física, auditiva, mental, visual ou múltipla (Fonte: IBGE)
* 38,7% das crianças entre 4 e 6 anos que são portadoras de alguma deficiência não freqüentam a escola (Fonte: IBGE)
* 500 brasileiros se tornam deficientes todos os dias, seja por acidentes e doenças que deixam seqüelas (Fonte: ONU e OMS)
* 5.078 universitários de quase 4 milhões de estudantes recenseados em 2003 pelo MEC tinham alguma deficiência
programa DOSVOX

O sistema realiza a comunicação com o deficiente visual através de síntese de voz em Português, sendo que a síntese de textos pode ser configurada para outros idiomas.
O que diferencia o DOSVOX de outros sistemas voltados para uso por deficientes visuais é que no DOSVOX, a comunicação homem-máquina é muito mais simples, e leva em conta as especificidades e limitações dessas pessoas. Ao invés de simplesmente ler o que está escrito na tela, o DOSVOX estabelece um diálogo amigável, através de programas específicos e interfaces adaptativas. Isso o torna insuperável em qualidade e facilidade de uso para os usuários que vêm no computador um meio de comunicação e acesso que deve ser o mais confortável e amigável possível.
Grande parte das mensagens sonoras emitidas pelo DOSVOX é feita em voz humana gravada. Isso significa que ele é um sistema com baixo índice de estresse para o usuário, mesmo com uso prolongado.
Ele é compatível com a maior parte dos sintetizadores de voz existentes pois usa a interface padronizada SAPI do Windows. Isso garante que o usuário pode adquirir no mercado os sistemas de síntese de fala mais modernos e mais próximos à voz humana, os quais emprestarão ao DOSVOX uma excelente qualidade de leitura.
O DOSVOX também convive bem com outros programas de acesso para deficientes visuais (como Virtual Vision, Jaws, Window Bridge, Window-Eyes, ampliadores de tela, etc) que porventura estejam instalados na máquina do usuário.
O DOSVOX contava em dezembro de 2002 com cerca de 6000 usuários no Brasil e alguns países da América Latina. Nesta época, o número de usuários que acessava a Internet era estimado em cerca de 1000 pessoas.
http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/intro.htm
O software educativo Hércules e Jiló

A concepção do software Hércules e Jiló foi direcionada considerando algumas características fundamentais, identificadas como importantes para que o recurso didático possa cumprir adequadamente seu papel no apoio à construção de conhecimentos e à atividades de ensino. Dentre as inúmeras características, há uma que, sem dúvidas, reflete todo o esforço dos elaboradores do material didático e certamente vai ao encontro dos objetivos do sistema de educação para o qual ele serve de apoio: a transferência dos conhecimentos disponibilizados pelo material didático em outras situações distanciadas da relação educativa propriamente dita.
No contexto da educação especial, o conceito de transferência de conhecimentos é crucial, tendo em vista as próprias características da clientela atendida. O software educativo precisa, desta forma, estar direcionado para fazer com o que o aluno o ultrapasse, interagindo diretamente com os conhecimentos que ele articula e instrumentalizando-se para, em outras ocasiões, reaplicá-los, modificando sua prática, reafirmando sua pertinência e ancorando-o definitivamente em sua memória de longo prazo. Esta é uma importante característica do software Hércules e Jiló: proporcionar a transferência de conhecimentos.
SANTOS, Gilberto Lacerda; SOUZA, Amaralina Miranda de. A Informática Educativa na educação especial: O software Educativo Hércules e Jiló.
programa MOTRIX

O programa Motrix foi criado para permitir o acesso de pessoas com tetraplegia ou deficiências motoras severas que impeçam o uso efetivo dos membros superiores. Através dele, é possível comandar com a voz a maior parte das funções de um computador com Windows.
O Motrix é distribuído gratuitamente pela UFRJ e apenas por ela. Qualquer outra forma de distribuição será considerada ilegal.
O Motrix existe em três versões:
- versão em inglês (mais avançada)
faz uso do sistema de reconhecimento de voz distribuído gratuitamente pela Microsoft
- versão internacional
faz uso do produto VoiceCom, software de origem russa, que é capaz de reconhecer comandos em qualquer idioma.
- versão em português
faz uso do sistema de reconhecimento de voz do departamento de Engenharia Eletrônica da UFRJ
http://intervox.ufrj.br/motrix/download.htm
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Deficientes visuais

NOVAS TECNOLOGIAS PARA DEFICIENTES VISUAIS
O Braille deu a leitura ao cego pelo tato, os livros sonoros pela audição. Com o acesso à internet e aos computadores, agora o cego se comunica e tem acesso à informação de forma muito mais fácil.
Hoje, um cego não só pode navegar pelas páginas da Internet como também produzi-las, participar em chats, ler jornais e revistas, fazer compras, fazer cursos on-line, ter acesso a manuais, informação em geral, a prestadoras de serviços, enfim, quase tudo que a WEB pode oferecer aos seus utilizadores.
Em paralelo com o computador, existe também a possibilidade de traduzir a informação para suporte papel, isto é, para Braille, através de impressoras Braille . No entanto, elas são bastante dispendiosas, para além de o seu processo exigir algum tempo. Há também a possibilidade de trabalhar com o computador e ao mesmo tempo com o sistema Braille, mediante um periférico denominado terminal ou linha Braille. Ligado ao computador, ele permite que o cego se certifique do que escreveu, embora este processo de verificação da escrita possa também ser realizado apenas com o computador, utilizando o teclado e softwares.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Novo piso tátil
Leiam na íntegra abaixo:
Você já conhece o novo piso tátil?
Para facilitar o acesso de deficientes visuais, prédios públicos de Brasília estão instalando a novidade: um tapete de borracha que serve de guia.
Para instalar o piso tátil foi feito um estudo. Uma faixa de borracha indica a direção. Quando as bolinhas aparecem é um sinal de alerta. Elas avisam que há, por exemplo, uma bifurcação ou uma entrada. Na Biblioteca da Universidade de Brasília, uma maquete tátil ainda vai ser instalada para dar dimensão de espaço.
Patrícia Raposo é professora na faculdade de educação. Perdeu a visão aos 21 anos, por causa do diabetes. Agora, se empenha no projeto de acessibilidade. “O que muda é que agora nós termos mais independência para locomoção. Como toda pessoa que chega à biblioteca e freqüenta os diferentes espaços, nós também vamos poder fazer isso com mais independência”, ressalta a professora.
O piso é novo. Foi inaugurado em agosto com a biblioteca digital, onde as leituras dos livros são gravadas em MP3. “É o primeiro passo para aumentar a acessibilidade e fazer um trabalho total de inclusão na UnB”, informa o coordenador do projeto, Jéferson Dantas.
O piso tátil já pode ser encontrado em outros pontos da cidade, além da Universidade de Brasília. Já foi instalado em Ceilândia, nas estações do metrô, e também na Estação da 108 Sul.
Justino Pereira Bastos diz que é um avanço. Mesmo assim, acredita que ainda falta muito para que, até 2010, todos os prédios públicos estejam adaptados. O objetivo é facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual, como previsto em lei.
“No metrô não falta muito. Agora, em outros espaços públicos ainda falta muita coisa. De qualquer formal, a expectativa é a melhor possível. Espero que todos se conscientizem que nós somos cidadãos de bem e que precisamos de mais liberdade”, afirma Justino.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Deficiências
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para os seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão, pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam da sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não consegue deixar o amo crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos aqueles que não conseguem falar com Deus.
Preconceito e desinformação

Vencendo barreiras
“Vencendo Barreiras” é um livro que traz relatos de 58 pessoas portadoras de deficiência (PPD) que, superando todo o tipo de obstáculos – desde o preconceito até a falta de acessibilidade – conseguiram conquistar espaço no mercado de trabalho e nos mais variados segmentos da sociedade.A publicação mostra também dados e pesquisas sobre a situação das PPD no Brasil e no mundo, além de um panorama da legislação que garante direitos a essa parcela da população.O livro inclui ainda com dicas de convivência entre as pessoas “normais” e os portadores de deficiência, entre outros assuntos que visam contribuir para a integração das PPD e o combate à discriminação. O prefácio é assinado por Ismaelita Lima, ex-coordenadora da Corde (Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência), órgão do Departamento de Promoção dos Direitos Humanos da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos responsável pela gestão de políticas voltadas à integração das PPD. A publicação tem também depoimentos de diversos especialistas na área.O livro conta com apoio de mais de cem parceiros comprometidos com a proposta de igualdade de oportunidades, incluindo empresas, órgãos públicos, sindicatos e entidades internacionais, que estão utilizando o material em seus projetos de sensibilização e inclusão.
Trabalho
O livro "Trabalho e Inclusão Social de Portadores de Deficiência" é a mais recente publicação do Espaço da Cidadania. O material traz uma síntese da legislação que envolve a inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho e também as formas de atuação do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho para cumprimento da Lei de Cotas. A publicação dimensiona ainda a abrangência da Lei de Cotas no Brasil, mostra a trajetória dos candidatos às vagas e destaca o papel da escola inclusiva.O livro já foi adotado por mais de 100 apoiadores, entre empresas, sindicatos e entidades.
Acessibilidade - Siga essa idéia
A expressão “acessibilidade”, presente em diversas áreas de atividade, tem também na informática um importante significado. Representa para o nosso usuário não só o direito de acessar a rede de informações, mas também o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos. Não é fácil, a princípio, avaliar a importância dessa temática associada à concepção de páginas para a web. Mas os dados W3C (Consórcio para a WEB) e WAI (Iniciativa para a Acessibilidade na Rede) apontam situações e características diversas que o usuário pode apresentar:
1. Incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, ou grande dificuldade - quando não a impossibilidade - de interpretar certos tipos de informação.
2. Dificuldade visual para ler ou compreender textos.
3. Incapacidade para usar o teclado ou o mouse, ou não dispor deles.
4. Insuficiência de quadros, apresentando apenas texto ou dimensões reduzidas, ou uma ligação muito lenta à Internet.
5. Dificuldade para falar ou compreender, fluentemente, a língua em que o documento foi escrito.
6. Ocupação dos olhos, ouvidos ou mãos, por exemplo, ao volante a caminho do emprego, ou no trabalho em ambiente barulhento.
7. Desatualização, pelo uso de navegador com versão muito antiga, ou navegador completamente diferente dos habituais, ou por voz ou sistema operacional menos difundido. Essas diferentes situações e características precisam ser levadas em conta pelos criadores de conteúdo durante a concepção de uma página. Para ser realmente potencializador da acessibilidade, cada projeto de página deve proporcionar respostas simultâneas a vários grupos de incapacidade ou deficiência e, por extensão, ao universo de usuários da web. Os autores de páginas em HTML obtêm um maior domínio sobre as páginas criadas, por exemplo, com a utilização e divisão de folhas de estilo para controle de tipos de letra, e eliminação do elemento FONT. Assim, além de torná-las mais acessíveis a pessoas com problemas de visão, reduzem seu tempo de transferência, em benefício da totalidade dos usuários.
da Silva
Como saber se um site é acessível?
A internet conta com alguns avaliadores de acessibilidade para fazer a verificação de sites. Um avaliador é um software que detecta um código HTML e faz uma análise do seu conteúdo, verificando se está ou não dentro de um conjunto de regras.

O Primeiro Avaliador de Acessibilidade em Português para Websites
O "Da Silva" é um avaliador. Um avaliador é um software que detecta um código HTML e faz uma análise do seu conteúdo, verificando se está ou não dentro de um conjunto de regras. No nosso caso, a análise é feita usando as regras de acessibilidade do WCAG e E-GOV.A quem se destina o Da Silva? O Da Silva é a ferramenta ideal para web-designers, web-masters e todas as pessoas que desenvolvem sites para a Internet e tenham a necessidade de torná-los acessíveis.
Seu website estará adaptado a diferentes tipos de conexão como, por exemplo, navegadores mais antigos, computadores menos potentes, ou sem mouse, e outros casos. Seu website estará dentro dos princípios de acessibilidade preconizados pela lei federal de acessibilidade (Lei nº. 10.098, de 19 de dezembro de 2000), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras providências.Você pode ter mais pessoas acessando suas informações ou serviços. Ao ter mais acessos, seu website garantirá a adesão dessa comunidade e simpatizantes, e atrairá mais anunciantes.




