quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Deficiências

Deficiências - Mário Quintana

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para os seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão, pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam da sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não consegue deixar o amo crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos aqueles que não conseguem falar com Deus.

Preconceito e desinformação


Encontrei essa pequena história em quadrinhos para mostrar o quanto ainda existe preconceito e desinformação de várias pessoas com relação aos portadores de necessidades especiais. Muitas ainda acreditam que eles são incapazes. Graças a novas tecnologias que vêm surgindo continuamete, pessoas que têm alguma necessidade especial já podem alcançar a ACESSIBILIDADE para muitas tarefas comuns do dia-a-dia, tendo assim muito mais qualidade de vida.

Vencendo barreiras




Vencendo Barreiras

“Vencendo Barreiras” é um livro que traz relatos de 58 pessoas portadoras de deficiência (PPD) que, superando todo o tipo de obstáculos – desde o preconceito até a falta de acessibilidade – conseguiram conquistar espaço no mercado de trabalho e nos mais variados segmentos da sociedade.A publicação mostra também dados e pesquisas sobre a situação das PPD no Brasil e no mundo, além de um panorama da legislação que garante direitos a essa parcela da população.O livro inclui ainda com dicas de convivência entre as pessoas “normais” e os portadores de deficiência, entre outros assuntos que visam contribuir para a integração das PPD e o combate à discriminação. O prefácio é assinado por Ismaelita Lima, ex-coordenadora da Corde (Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência), órgão do Departamento de Promoção dos Direitos Humanos da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos responsável pela gestão de políticas voltadas à integração das PPD. A publicação tem também depoimentos de diversos especialistas na área.O livro conta com apoio de mais de cem parceiros comprometidos com a proposta de igualdade de oportunidades, incluindo empresas, órgãos públicos, sindicatos e entidades internacionais, que estão utilizando o material em seus projetos de sensibilização e inclusão.
Para ler o resumo dessa e de outras obras com a mesma temática, acesse:

Trabalho





Trabalho e Inclusão Social de Portadores de Deficiência

O livro "Trabalho e Inclusão Social de Portadores de Deficiência" é a mais recente publicação do Espaço da Cidadania. O material traz uma síntese da legislação que envolve a inclusão de pessoas portadoras de deficiência no mercado de trabalho e também as formas de atuação do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho para cumprimento da Lei de Cotas. A publicação dimensiona ainda a abrangência da Lei de Cotas no Brasil, mostra a trajetória dos candidatos às vagas e destaca o papel da escola inclusiva.O livro já foi adotado por mais de 100 apoiadores, entre empresas, sindicatos e entidades.
Para acessar o resumo dessa e de outras obras voltadas para o mesmo tema da inclusão, acesse:

Educação a todos



É responsabilidade de todos a garantia de acesso à educação a todas as
pessoas, independente de suas dificuldades.

Acessibilidade - Siga essa idéia




A expressão “acessibilidade”, presente em diversas áreas de atividade, tem também na informática um importante significado. Representa para o nosso usuário não só o direito de acessar a rede de informações, mas também o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos. Não é fácil, a princípio, avaliar a importância dessa temática associada à concepção de páginas para a web. Mas os dados W3C (Consórcio para a WEB) e WAI (Iniciativa para a Acessibilidade na Rede) apontam situações e características diversas que o usuário pode apresentar:

1. Incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, ou grande dificuldade - quando não a impossibilidade - de interpretar certos tipos de informação.
2. Dificuldade visual para ler ou compreender textos.
3. Incapacidade para usar o teclado ou o mouse, ou não dispor deles.
4. Insuficiência de quadros, apresentando apenas texto ou dimensões reduzidas, ou uma ligação muito lenta à Internet.
5. Dificuldade para falar ou compreender, fluentemente, a língua em que o documento foi escrito.
6. Ocupação dos olhos, ouvidos ou mãos, por exemplo, ao volante a caminho do emprego, ou no trabalho em ambiente barulhento.
7. Desatualização, pelo uso de navegador com versão muito antiga, ou navegador completamente diferente dos habituais, ou por voz ou sistema operacional menos difundido. Essas diferentes situações e características precisam ser levadas em conta pelos criadores de conteúdo durante a concepção de uma página. Para ser realmente potencializador da acessibilidade, cada projeto de página deve proporcionar respostas simultâneas a vários grupos de incapacidade ou deficiência e, por extensão, ao universo de usuários da web. Os autores de páginas em HTML obtêm um maior domínio sobre as páginas criadas, por exemplo, com a utilização e divisão de folhas de estilo para controle de tipos de letra, e eliminação do elemento FONT. Assim, além de torná-las mais acessíveis a pessoas com problemas de visão, reduzem seu tempo de transferência, em benefício da totalidade dos usuários.

http://br.youtube.com/watch?v=T1wG_OoR_5I

da Silva

Como saber se um site é acessível?


A internet conta com alguns avaliadores de acessibilidade para fazer a verificação de sites. Um avaliador é um software que detecta um código HTML e faz uma análise do seu conteúdo, verificando se está ou não dentro de um conjunto de regras.



O Primeiro Avaliador de Acessibilidade em Português para Websites


O "Da Silva" é um avaliador. Um avaliador é um software que detecta um código HTML e faz uma análise do seu conteúdo, verificando se está ou não dentro de um conjunto de regras. No nosso caso, a análise é feita usando as regras de acessibilidade do WCAG e E-GOV.A quem se destina o Da Silva? O Da Silva é a ferramenta ideal para web-designers, web-masters e todas as pessoas que desenvolvem sites para a Internet e tenham a necessidade de torná-los acessíveis.


Seu website estará adaptado a diferentes tipos de conexão como, por exemplo, navegadores mais antigos, computadores menos potentes, ou sem mouse, e outros casos. Seu website estará dentro dos princípios de acessibilidade preconizados pela lei federal de acessibilidade (Lei nº. 10.098, de 19 de dezembro de 2000), que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras providências.Você pode ter mais pessoas acessando suas informações ou serviços. Ao ter mais acessos, seu website garantirá a adesão dessa comunidade e simpatizantes, e atrairá mais anunciantes.


http://www.dasilva.org.br